segunda-feira, 6 de junho de 2011

Sem Título

Não me olhe assim
Você sabe que assim vai me ganhar
Seu sorriso é tão sincero
Ah, céus... é tudo que eu quero

Não chore agora
Pois eu não gosto de lhe ver sofrer
Cada lágrima caída
É um pouco mais da minha vida...

De onde vem essa dor?
Ah, se eu pudesse...

Se não lhe parece certo,
Quem sou eu pra me opor?

sábado, 4 de junho de 2011

Declarações Aleatórias #19

Eu tenho escrito umas coisas tão bregas que eu tenho até vergonha de postar por aqui...

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Do Baú #2

Na época eu achava uma bosta, mas eu reli e acho este texto tão legalzinho!


Céu

Tem dezenove anos. Não sabe o que quer. Sabe apenas o quão rápido pode dar a volta na sua quadra. Corre religiosamente, todos os dias às oito horas da manhã, como se fosse a única coisa em que acreditasse. A propósito, não sabe também em que acredita. Tantos deuses passaram por sua vida...

Conheceu deuses que eram tão bons que causaram conflitos e guerras. Outros que eram ainda melhores e traziam doenças e pestes. Talvez o melhor tenha sido aquele que amava, mas esse nunca chegou a ver.

Pensa nisso sempre que corre. Ou melhor, pensava. Agora, tem a corrida como sua própria crença. Aquilo que faz se sentir bem. Pena que o mundo não concorda. Vai pro inferno. Corrida não dá céu pra ninguém.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Declarações Aleatórias #18

Acho que a ansiedade do "e agora?" é maior do que a do "é agora!".

terça-feira, 24 de maio de 2011

Querido Diário #3

Estou vendo que esta semana será bem comprida. A decisão por não tomar decisões já não é mais suficiente. É sufocante.
Se fosse fácil, todo mundo escolhia. Mas não é. É simples, mas não é fácil. Nem um pouco.
O mais difícil é ver esses anos todos como um nada.
Há uma coisa que eu sei que me completa. O resto é dúvida. Mas a dúvida maior está em escolher a certeza.
Um pouco de baixa auto-estima, dúvidas, aflições... Falta coragem. Será que eu dou conta?
O mundo pode não achar que é certo, eu não devia estar nem aí. Mas estou aqui. E estou muito aqui. Se é que um advérbio de intensidade pode intensificar um advérbio de lugar...
Lugar-comum? Espero que não.

domingo, 22 de maio de 2011

Um pouquinho do Nosso Jeito

Às vezes, na coxia, você precisa de uma palavra de apoio. Você está prestes a conseguir tudo aquilo que você quer, se é que é tudo o que você quer.

Eu, por exemplo, quero sempre mais.

Os meses de preparação, de tensões e, por que não, muita alegria, por um instante, pesam forte nas suas costas. Mas, quando vê, não é um peso que carrega nas costas. É só a base para te elevar e fazer tudo ficar perfeito. A base na qual você se apoia e fica leve. Leve para ser tudo aquilo que você quer, se é que é tudo o que você quer.

Eu quero mais!

E, por um instante, o sorriso em tantos rostos, especialmente e principalmente, daqueles que estavam ao seu lado este tempo todo, compartilhando cada momento, é tudo que você precisa.

E aqui é tudo que eu preciso.

Não fui só eu quem conseguiu. Fomos nós que fizemos. E fizemos do Nosso Jeito.

E queremos sempre mais! E vamos conseguir. Sempre.

E vamo que vamo!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Do Baú #1

Reiterando uma postagem que fiz há pouco mais de um ano, quando fiz uma das decisões mais acertadas da minha vida:

"Por tudo aquilo que vale a pena, deixo aqui uma palavra de suporte."

terça-feira, 17 de maio de 2011

Só

Não me deixe sozinho
esta noite
Eu não posso só...
Eu não consigo só...
Quando só
eu não sou eu mesmo

Não me deixe só
Pois eu não posso
só
Só eu não consigo
só
Sem um amor
sem um amigo
sozinho eu fico
e sozinho eu sigo

sábado, 14 de maio de 2011

Perto

Conserto o concerto
por não saber o que é certo
O concerto conserta
tudo que eu contesto
Se o conceito de certo
se perder no deserto,
conservo-me servo
deste amor desperto

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Justificativa III

Não sei se esse blog vai sobreviver depois desse período de coma. Nem sei se ele vai acordar e voltar com todo gás. Eu já pensei em voltar. Já pensei em criar um blog novo e começar tudo de novo, com uma nova proposta. Já pensei em apagar tudo e esquecer também. Talvez uma faísca bote fogo em tudo ou uma tempestade lave tudo que passou e por aqui ficou.
Só sei que, lá no meu caderninho, as coisas vão andando. A locomotiva continua e com carvão eu ainda abasteço o motor a vapor. Com carvão eu também desenho e escrevo tudo aquilo que está louco para ver a luz do dia. E há de ver.